quarta-feira, 24 de julho de 2013

Por que algumas pessoas entram nas nossas vidas?

Uma perda e um ganho em três meses. E no meio disso, isso:

"Um encanto aconteceu
Você sorriu pra mim
E tudo se refez"

(Gratidão - Banda Eva)

Pra você que sabe quem é!



Se você aparecer por aqui como eu te disse, só quero te dizer que estou sempre por aqui. Por aí...

É só uma rede social. É só uma garota não querendo fazer bobagens no seu tratamento. É só uma garota que não quer causar problemas. É só alguém que prefere o cheiro, o toque, a voz. É só alguém que pode ter tomado uma decisão errada. Mas tomou...

No mais, está tudo aqui dentro de mim ainda...

Com amor,

Branca.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Carpinejemos!

"Ela parou de amar porque você mandou.

Você não notou, mas sua companhia atendeu seu apelo.

Em algum momento, você cansou de receber amor. Em algum momento, você esnobou o amor.

Em algum momento, você se incomodou de ser amado e disse: "não fique em cima", "me dê espaço", "me deixe respirar", "preciso de liberdade".

Você delimitou um teto, demarcou um ponto de amar: mais que isso me incomoda.

Colocou uma régua na boca. Uma fita métrica no lugar das sobrancelhas.

Pôs uma placa de não avance, censurou a ternura.

E o outro lado começou a se reprimir, a se tolher, a esconder o amor até desaparecer, até perder a graça. O outro lado não pretendeu ser chato, incômodo, invasivo. E não estendeu mais as mãos como antes, e não abraçou como antes, e não beijou com a sinceridade de antes, não comentou seu dia como antes. E se apagou progressivamente. Afastou-se como um rio que pede carona para a neblina. Afastou-se pois você pediu para ser amado menos.

Para o amor permanecer, ama-se sem parar. Ama-se sem se preocupar com a quantidade.

É parar o amor que ele some. É estacionar o amor que ele não volta a andar.

Quem não aceita amor acaba desamado. Acaba levando o fora."



("Será que não foi você que pediu para não ser amado?" - Fabrício Carpinejar)

terça-feira, 16 de julho de 2013

Baleiriando...

"Abra os braços, respire fundo
E corte os laços todos deste mundo
Com a sua imagem e semelhança
Nos mesmos traços de uma criança
Muito mansa e muito louca
Com a sua voz na minha boca
Há um segundo, Jesus Cristo
Por todos nós, por tudo isso?"

(Zeca Baleiro - Respire Fundo)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Não é porque acabou que está acabado!


Amor. Respeito. Civilidade.

Cá estou. No quarto do meu ex-namorado (geralmente, eu o chamo de meu amigo. O termo "ex-namorado" é só para que o post se faça entendido mesmo!), usando o computador dele pra trabalhar, enquanto ele está no trabalho.

Talvez o computador vá pra minha casa uns dias. Talvez, eu venha pra cá mais alguns dias pra trabalhar. Não sei.

O que eu sei, é que quando as pessoas SÃO DECENTES e SE RESPEITAM (e sempre se respeitaram), o amor NUNCA ACABA. Ele só muda de jeito.

Os anos passaram, a vida seguiu seu rumo, nossas vidas mudaram muito, mas a nossa essência, o nosso coração e a nossa cumplicidade ainda seguem intactas!

Acho engraçado quando as pessoas, mesmo tantos anos depois, insistem em dizer que o relacionamento meu e do Léo não deu certo. Como diria o Mohan (que saudade!): "Silly People!"

Pois eu acho que ele deu muito certo! Ele foi e ainda é perfeito! Foram dois anos e três meses de um namoro que, por ser o primeiro de ambos, foi incrível. E deu e ainda dá certo, porque, apesar de todos os obstáculos, superamos tudo e ainda hoje, nos respeitamos, somos amigos, parceiros, sabemos que podemos contar um com o outro e continuamos nos amando. De maneira diferente, mas nos amando!

Obrigada sempre por tudo, Léo!

Eu não poderia ter tido primeiro namorado melhor!

E eu não sei como posso ter a sorte de ter um amigo tão incrível!

Love,

Mari. Dessa vez, nada paradoxal!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

5 de Julho!!!



E todo 5 de Julho, eu lembrarei de você e te desejarei toda felicidade do mundo!!!

Feliz aniversário!!

Com amor do seu mais complexo paradoxo! =)

domingo, 30 de junho de 2013

Era pra ser legal...


Eu gosto de escrever.

Essa semana, decidi que iria voltar a “bloggear”. Sempre gostei de colocar pontos finais ou reticências (caso houvesse continuidade) nos meus posts.

Decidi que escreveria hoje. Tantas ideias na cabeça, tanta coisa pra “falar” e sentei aqui, bem em frente ao meu velho e “capengando” notebook para (re)abrir pela sei lá que vez o meu blog!

Sorriso no rosto, ideias na cabeça, novos projetos... Até uma conversa!

Broxei.

Meu olho encheu de lágrima.

Me frustrei. De novo.

Briguei.

O resto do domingo vai ser uma droga. Já sei.

Então, vamos começar esse primeiro post do (re)recomeço assim:



“Se você não sabe o que é TAG, não venha conversar comigo, me dar opiniões, achar que me conhece, achar que sabe o que estou fazendo sem antes “dar um Google” nisso e TENTAR entender o que se passa em mim, a reação que tenho às coisas, o porquê do meu comportamento...

Antes de achar que me conhece muito bem o que ou que sabe bem o que estou fazendo, me pergunte. Eu vou responder. Sem problemas.

Não me julgue por atitudes anteriores. Eu continuo sendo um paradoxo. O que era antes, não o é agora numa facilidade de causar espanto.

Ninguém faz ideia do que estou passando. Ninguém faz ideia do que estou fazendo. Ninguém faz ideia de como estou me sentindo. Ninguém faz ideia de quem eu sou nesse exato momento. Então, sei lá! Se não for pedir muito, só tenha um pouco de cuidado com o que vai falar, a maneira como vai falar e, principalmente, a maneira como vai entender minha resposta. Como eu disse, ninguém e, eu repito, NINGUÉM, sabe quem sou eu nesse exato momento.

Oi! Eu sou a Mariana e tenho TAG. Estou me tratando já, não se preocupe. O tratamento é lento, mas tá indo. Enquanto isso, sumir seria bem legal.”